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domingo, 2 de setembro de 2012

Tamanduá ferido é resgatado em Bambuí por agentes da Defesa Civil



Animal recebeu cuidados na secretaria de Ambiente e seguiu para reabilitação no Rio
Agentes da Defesa Civil de Maricá resgataram um tamanduá na tarde da última quarta-feira (29/08), em Bambuí. O exemplar encontrado era um macho adulto e estava ferido, perambulando pelas ruas do bairro. Encaminhado pelo Grupo de Defesa Ambiental GDA da Guarda Municipal até a secretaria de Ambiente, o animal foi examinado por técnicos especializados.
Além de estar com uma das patas machucadas, o tamanduá tinhas sinais de doença no sistema respiratório. Recebeu os primeiros socorros necessários e foi levado no dia seguinte, por orientação do Ibama, para a Universidade Estácio de Sá, em Vargem Pequena, no Rio de Janeiro, onde está sendo tratado.

Segundo a subsecretária de Ambiente, Deborah Dias, o tamanduá é um animal silvestre e de hábitos noturnos - o que demonstra que estava realmente muito debilitado para se arriscar durante o dia, num ambiente hostil. “Só uma situação extrema levaria uma espécie como o Tamandua Tetradactyla a vagar fora do seu habitat”, declarou Deborah. Ainda segundo ela, não é possível saber exatamemente o que causou o ferimento e a debilidade respiratória no tamanduá encontrado.
Tratamento no Rio de Janeiro
Nesta sexta-feira (21/08), o veterinário Jeferson Rocha Pires, responsável pela recuperação do animal no Rio, informou que o diagnóstico ainda não foi totalmente fechado e que os resultados dos exames de sangue feitos até agora no animal não foram positivos. “O quadro dele ainda é de infecção e desidratação e requer cuidados especiais, com aplicação de antibióticos. Vamos acompanhar com atenção como vai reagir nos próximos dias”, ressaltou. “Apesar da situação delicada, estamos confiantes na reabilitação”, completou Deborah, acrescentando que ele será solto em Maricá, em algum local de mata preservada, assim que estiver curado.
O tamanduá-mirim é um animal mamífero, com hábitos noturnos e também crepusculares. Sua alimentação básica é formada por formigas e cupins e vive, em média, 9 anos. Segundo dados da Fundação Parque Zôológico de São Paulo, a espécie não seria considerada ameaçada de extinção, porém a redução das florestas e as queimadas vem diminuindo seu habitat natural.
Fonte: PMM

Um comentário:

  1. Esse é um problema persistente a diminuição do habitat

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