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quarta-feira, 21 de março de 2012

Cemitério de animais inova e agrada em Patos de Minas, MG

Animais recebem lápide de identificação
(Foto: Helena Ferreira)
Em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, os animais têm um cemitério para 'descansarem em paz'. E mais do que um funeral, o espaço permite que as pessoas deem um destino adequado ao animal de estimação após a morte. A proprietária do cemitério, uma senhora de 70 anos, realiza o trabalho como hobby e terapia. Segundo a dona do local Helena Ferreira, o espaço chamado de 'Descanso do Amigo Fiel' foi inaugurado em dezembro de 2010 e a iniciativa partiu de uma grande admiração após visitar um cemitério de animais em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte. “Desde que abrimos a procura pelos serviços é grande. E funciona praticamente como um cemitério de humanos, pois o animal tem translado, é velado, enterrado e ainda recebe uma lápide de identificação com uma mensagem dos donos e a fotografia do bicho trabalhada em porcelana”, explicou. Ainda de acordo com Helena, atualmente o cemitério atende quatro famílias por mês e o valor do serviço varia de acordo com os desejos do proprietário do animal, mas em média o preço é de R$ 500. A secretária executiva Gislene Oliveira Silva adorou a ideia do cemitério para animais. “É algo inovador e necessário, afinal, muitas pessoas têm animais de estimação em casa”, contou. Ainda de acordo com Gislene, a cachorrinha dela, chamada Sofia, era como uma filha. “Foi uma perda irreparável. Eu e minha família sofremos muito, mas nos sentimos melhores em poder visitá-la para matar a saudade”, afirmou. Animais recebem lápide de identificação (Foto: Helena Ferreira) Gislene relatou ainda que durante o velório recebeu toda a assistência como lanche e local para descanso. Contou também que agora poderão manter vivas as memórias da cachorrinha que para a família era como uma filha. “Meu filho mora fora do país e quando ele vem podemos visitar o túmulo e matar as saudades da Sofia”, disse. De acordo com a filha da proprietária, Ivania Ferreira, a mãe faz tratamento desde 2003 em Uberlândia devido a um câncer e, durante este período, retirou uma mama e parte do intestino grosso, o que a deixou bastante deprimida. “Na época o médico recomendou que ela tivesse um animal de estimação para se sentir mais alegre”, comentou. Ainda segundo Ivania, a mãe teve a ideia do cemitério e melhorou significativamente depois que adotou animais de estimação e passou a manter o o local. “Hoje ela tem sete cães e dois gatos que, inclusive, dormem com ela. Ter animais cura qualquer depressão”, disse.
Fonte: G1

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